Arquivo mensais:maio 2014

Um em cada cinco brasileiros já sofreu acidente de trânsito

Publicado em 30 de maio de 2014 18:40

Uma pesquisa financiada pela Fundação Mapfre aponta que 20% dos brasileiros já sofreram algum acidente de trânsito no qual houve alguma pessoa morta ou ferida. Esse índice sobe para 47% quando a pergunta abrange o círculo familiar do entrevistado.

O levantamento foi feito em fevereiro e março deste ano e ouviu ao todo 1.419 pessoas maiores de 18 anos de diferentes municípios, com representantes em todos os Estados Brasileiros. A amostra envolveu pessoas sem habilitação (40%) ou habilitadas em diferentes categorias.

Outro número elevado indica falta de atenção aos pedestres e ciclistas: 90% dos entrevistados dizem que os motoristas não respeitam quem anda a pé ou de bicicleta.

Também dentro do universo de entrevistados, 7% desconhecem a Lei Seca e o que ela determina em relação a ingerir bebida alcoólica e dirigir. “A percepção dos brasileiros sobre a segurança do trânsito indica que a sociedade está madura para receber e apoiar projetos nessa área”, afirma o presidente do Instituto Brasileiro de Segurança do Trânsito, David, Duarte Lima, que coordenou a pesquisa.

A população reprovou toda a infraestrutura viária ao atribuir notas de 0 a 10 a diferentes elementos. Nenhum deles obteve média 5 ou maior. A pior nota foi a das calçadas, 3,48. As vias urbanas obtiveram 4,43 e as estradas, 4,66. A sinalização raspou, mas não passou: 4,99 de média.

Além de motoristas, motociclistas e pedestres, a pesquisa ouviu também executivos do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Departamentos de Trânsito (Detrans), Polícia Militar, representantes de motofretistas, fretistas e centros de formação de condutores (autoescolas).

Por esses entrevistados, o estudo concluiu que não existem programas de trânsito com abrangência nacional, a fiscalização é falha, a formação do condutor é deficiente e o Estado tem muitas limitações para resolver os problemas.

Uma das autoridades do Distrito Federal admite: “Não temos uma política pública de prevenção de acidentes. Temos campanhas pontuais, em véspera de feriados, em algumas cidades, mas não temos uma política pública séria de educação de trânsito que resulte em mudança de comportamento (…) Quando se fala em educação, não é uma propaganda bonita na TV que muda o comportamento, é um processo. Começa na educação infantil, vai até a universidade. E isso nós não temos.”

Para ver o estudo completo da Fundação Mapfre, acesse aqui.
Fonte: Automotive Bussiness

Pendular e racha pode causar suspensão e multa de R$ 1.915,40

Publicado em 30 de maio de 2014 18:39

A Presidenta Dilma sancionou, acertadamente, a Lei 12.971/2014 no último dia 09 de maio, agravando as sanções contra quem pilota motos (ou dirige carros e utilitários) de forma perigosa em ruas e estradas, o quê poderá atingir diretamente quem faz manobras exibicionistas como empinar a moto ou pendular o corpo em curvas e que dispute “corridas” (rachas) em ruas e estradas.
O You Tube está cheio de vídeos de motociclistas que adoram se exibir acoplando câmeras portáteis direcionadas para os seus velocímetros ou para a estrada, filmando suas extravagantes velocidades alcançadas (muitas vezes na casa dos 300 Km/h), “perícia” no costurar entre carros e vitórias (afinal é difícil imaginar uma pessoa postando um vídeo de uma derrota) de rachas entre motos e entre moto e carro. Pois agora caso um destes “exímios pilotos” for flagrado, a conta a ser paga ficará bem mais salgada.
Por exemplo, quando dois motociclistas estão em excesso de velocidade numa estrada isso já caracteriza a disputa de uma corrida (racha) e ambos, se flagrados, serão enquadrados no artigo 173 do CTB e terão as motos apreendidas, as CNHs suspensas, além de receberem 7 pontos no prontuário (infração gravíssima) e será aplicada a cada um uma multa de R$ 1.915,40. As mesmas sanções serão aplicadas em caso de o piloto fazer a manobra conhecida como “pêndulo” numa curva, empinar a moto, queimar pneu (borrachão) ou simplesmente derrapar em frenagem, entre outras demonstrações de “perícia” (arts. 174 e 175).
A suspensão poderá ser de 2 a 7 meses e o condutor ainda terá de participar de curso de reciclagem e ser aprovado em prova teórica para poder reaver seu direito de dirigir, uma boa pena para quem pensa que dinheiro para pagar a multa não é problema.
Também não adianta querer dar uma de esperto e não entregar a CNH ou conduzir veículo durante o período de suspensão mesmo sem habilitação, pois aí a situação fica mais séria, pois passará a ser um caso de crime de trânsito (art. 307 CTB) e de crime de desobediência (art. 330 Código Penal) e o criminoso receberá mais 7 pontos no prontuário (infração gravíssima), mais uma multa de R$ 574,62 e ainda poderá ter a sua carteira cassada, perda do direito de dirigir, por 2 anos. Se houver envolvimento em sinistro que cause vítima, o condutor-criminoso terá seu ato caracterizado como doloso (chamado dolo eventual, ou seja, com intenção da prática criminosa), o quê, em caso de morte agrava a pena mínima de 6 para 12 anos e a máxima de 12 para 30 anos.
A ideia por trás dessa medida é tentar coibir esses abusos ao guidão, tornando ainda mais evidente a máxima que sempre repetimos que é a seguinte: “Quer correr? Quer ser um piloto de competições? Então vá para um autódromo!”. Há várias empresas que ministram cursos de pilotagem e promovem “track days” (dias de pista) pelos autódromos deste país, basta procurar por uma.
O ponto é o seguinte: Não é porque alguém tem condições financeiras para comprar uma moto superesportiva e se trajar como um “Valentino Rossi” que o indivíduo passa a ter o direito de se colocar acima das leis e, principalmente, colocar em risco a segurança de terceiros e a segurança de si mesmo, pois mesmo que este “ás(no)” da velocidade não se importe consigo mesmo, muito provavelmente há alguém quem se importa (familiares ou amigos) e uma eventual fatalidade, além de gastar recursos do estado numa ocorrência evitável, irá, surpreendentemente, causar tristeza e dor. O mesmo se pode dizer sobre os “cachorros locos” que se deslocam alucinadamente pelas cidades com suas motoquinhas.
Enfim, destaque-se que vários outros artigos também tiveram suas sanções agravadas (arts. 191, 202, 292, 302, 303, 306 e 308) e, pelo menos desta vez, agiu corretamente a Presidenta, pois é necessário fazer valer, em primeiro lugar, a defesa da vida. No Rio Grande do Sul, o DETRAN, após essa nova lei, já abriu processo de suspensão de CNH de mais de 400 condutores apenas pela participação em “rachas”. Vamos viver e deixar os outros viver!
 

Fonte: http://portaldotransito.com.br/noticias/acontecendo-no-transito/pendular-e-racha-pode-causar-suspensao-da-cnh-e-multa-de-r-1-91540

Trem vandalizado provoca congestionamento na zona Sul de Joinville

Publicado em 30 de maio de 2014 18:38

Composição ficou parada por cerca de três horas nesta terça

Um trem da ALL (América Latina Logística) bloqueou por cerca de três horas, o trânsito na esquina das ruas Boehmerwald e 6 de Janeiro, bairro Paranaguamirim, zona Sul de Joinville, no final da tarde de terça (27). Segundo moradores, o problema ocorreu entre as 17h30 e 20h30 de terça. De acordo com a assessoria de imprensa da ALL (América Latina Logística), concessionária da ferrovia, a composição foi vandalizada e precisou de reparo para continuar viagem. A suspeita é que alguém mexeu no engate dos vagões, e quando isto acontece, o sistema de alerta do trem aciona os freios automaticamente.

Técnicos da ALL foram até o local e consertaram o problema. Ações de vandalismo semelhantes, conforme a assessoria de imprensa, não são comuns na cidade. No entanto, este é um risco ao qual o trem está sujeito quando reduz a velocidade para cruzar áreas urbanas. Uma solução para o problema é a mudança do traçado da linha férrea que passa por Joinville, Araquari, Guaramirim, Balneário Barra do Sul e São Francisco do Sul. Porém a novela do contorno ferroviário na região já se arrasta desde 2007, época em que o DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) assumiu a tarefa de executar a obra com verba do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

O contorno ferroviário já deveria ter sido entregue, porém as obras foram paralisadas após problemas com o solo. “Devido a problemas com aterros sobre solos moles que não foram corretamente projetados para o cronograma de obra proposto de 720 dias”, explicou o órgão, por meio da assessoria de comunicação. O DNIT informou que o contrato vigente foi encerrado e que uma nova licitação deve ser lançada em agosto deste ano e a obra retomada em 2015.

Até início do ano passado, a Fatma (Fundação do Meio Ambiente) aguardava o pagamento de medidas compensatórias, como os 0,5% sobre o valor dos empreendimentos que causam impacto ambiental, além da implantação de programas neste mesmo setor. O DNIT deve ainda compensar o corte da vegetação na área onde ocorre a obra. Segundo o departamento, como será feita uma nova licitação, as novas licenças ambientais serão solicitadas.
Problemas são constantes

Na tarde do último domingo (25), uma pane mecânica no trem da ALL já havia prejudicado a passagem de veículos e pedestres pela rua 6 de Janeiro. O trânsito entre os bairros Paranaguamirim e Parque Guarani ficou bloqueado por mais de uma hora. Os moradores da região reclamam. “No domingo retrasado eu estava vindo da missa e o trem também parou aqui, era umas 9h. As paradas são constantes, não dá pra ficar esperando”, diz a dona de casa Marli Catarina Machado, 51.

Na terça (27) ela precisou da ajuda da irmã para conseguir atravessar os dois netos, de nove e seis anos, pelo meio do trem parado. Marli havia ido buscar as crianças na escola. “Eu passei primeiro e depois ela [Marli] passou as crianças. É arriscado, quando o trem está arrancando ele dá um tranco e a gente corre o risco de cair”, conta Leonir Pereira, 48. Ela ainda ajudou a atravessar outras crianças que passavam por ali.

 

Travessia perigosa

A vizinha de Marli, a dona de casa Michele Córdoba, 35, foi outra que precisou de ajuda para conseguir passar com os três filhos pequenos e o carrinho do bebê. “Eu ando com um carrinho de bebê pra gêmeos, porque minhas filhas têm dois e três anos. Fui buscar uma no CEI [Centro de Educação Infantil] e o menino mais velho na escola, saí de casa 17h10 e quando voltei o trem estava parado.”

Michele afirma que não tinha condições de esperar com as três crianças, por isso preferiu tentar a travessia. Os motoristas tiveram que fazer um desvio de cerca de sete quilômetros para poder seguir seus caminhos. A ALL garante que apesar dos últimos acontecimentos, realiza manutenção constante na via férrea, assim como nas suas composições

 

Fonte: http://ndonline.com.br/joinville/noticias/170183-170183trem-vandalizado-provoca-congestionamento-na-zona-sul-de-joinville.html?utm_source=Portal-RICMAIS&utm_medium=chamada&utm_campaign=Parceria-RICMAIS

Sob efeito de medicação, mulher de 59 anos bate em canteiro de avenida em Balneário Camboriú

Publicado em 30 de maio de 2014 18:35

Ela teve ferimentos leves e foi atendida por socorristas do Samu

Um acidente de trânsito aconteceu na noite de quarta-feira (28) no bairro Pioneiros, em Balneário Camboriú. Uma mulher de 59 anos, que dirigia um Hyndai Veloster, bateu em um canteiro central da avenida do Estado. O Samu foi chamado e constatou que ela estava sob efeito de medicação controlada.

Apesar do susto, a condutora do veículo, que ficou com uma parte da frente danificada, não se feriu com gravidade. Ela foi atendida por socorristas do Samu no local do acidente. Os agentes de trânsito orientaram o fluxo de veículos no local e a Polícia Militar também atendeu a ocorrência.

 

Fonte: http://ndonline.com.br/vale/noticias/170507-sob-efeito-de-medicacao-mulher-de-59-anos-bate-em-canteiro-de-avenida-em-balneario-camboriu.html?utm_source=Portal-RICMAIS&utm_medium=chamada&utm_campaign=Parceria-RICMAIS