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Samu opera com 80% da capacidade necessária no DF, diz relatório

Publicado em 31 de maio de 2016 16:05

Samu opera com 80% da capacidade necessária no DF, diz relatório

Tribunal de Contas aponta problemas em contratação e ritmo de trabalho.
Secretaria de Saúde diz que estudo usou informações desatualizadas.

Auditoria feita pelo Tribunal de Contas do Distrito Federal aponta que o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) da capital opera com apenas 80% da capacidade necessária e precisa de reforços. O tribunal emitiu um alerta à Secretaria de Saúde, que diz que os dados estão “desatualizados.

O relatório mostra que, por mês, o Samu precisaria de 12 mil horas preenchidas na carga horária de médicos. Em 2014, a média mensal apontava um déficit de 2,4 mil horas (20%) mensais. A auditoria também diz que os servidores têm dificuldade de permanecer no serviço de urgência, em razão da intensidade e do ritmo das atividades.

Em nota, a Secretaria de Saúde afirma que os dados de 2014 “não condizem com a realidade atual do Samu”. Segundo a pasta, os 32 mil servidores de saúde do DF serão remanejados “de forma mais equilibrada e com parâmetros técnicos”, mas o estudo dessa redistribuição ainda está em andamento.

“Esse dimensionamento, que também foi realizado no Samu, constatou que atualmente há excesso de profissionais lotados neste serviço e que também há pequenos déficits que podem ser sanados com a movimentação de profissionais entre as unidades”, diz o texto enviado ao G1. A resposta ao Tribunal de Contas está sendo preparada pela pasta.

Irregularidades
Segundo o relatório do tribunal, 37 médicos do Samu foram exonerados em 2013, reduzindo ainda mais a força de trabalho no setor. Inspeção realizada pelos técnicos da corte também identificou um gasto mensal de quase R$ 2 milhões com horas extras, na tentativa de compensar pelas vagas abertas.

A secretaria informou ao tribunal que tinha publicado editais para contratação de médicos temporários e efetivos. Com base nisso, os auditores do TCDF compararam os quadros de pessoal em dezembro de 2014 e em outubro de 2015.

O quadro de “aumento no efetivo” divulgado pela Secretaria de Saúde não se comprovou na análise do tribunal. Segundo os técnicos, o quantitativo de servidores e o volume de horas extras caíram 4% entre janeiro e julho de 2015, na comparação com o mesmo período de 2014.

A auditoria também apontou um desconhecimento dos custos das atividades do Samu, o que “impossibilita mensurar a eficácia das despesas no serviço”. Segundo o relatório, os meios de controle do uso de ambulâncias e outros veículos do serviço são falhos.

De acordo com o órgão, algumas irregularidades já foram resolvidas como, por exemplo, a anulação de notas de empenho e da correção de erros na descrição dos valores. Diante do quadro atual, o Tribunal de Contas determinou à Secretaria de Saúde que aperfeiçoe os controles de uso de veículos e à Controladoria-Geral do DF que informe as providências adotadas para corrigir as falhas apontadas.

O órgão também recomendou ao secretário de Saúde, Humberto Lucena, que verifique a possibilidade de inclusão do Samu no Programa Nacional de Gestão de Custos do Ministério da Saúde. Não há prazo definido para que as medidas sejam tomadas.

 

Fonte: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2016/05/samu-opera-com-80-da-capacidade-necessaria-no-df-diz-relatorio.html

TCDF alerta para queda no número de profissionais do Samu

Publicado em 31 de maio de 2016 16:02

TCDF alerta para queda no número de profissionais do Samu

O Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF) decidiu alertar o secretário de Saúde do DF, Humberto Lucena, sobre a necessidade de implementação de medidas para adequar o número de servidores do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Uma auditoria realizada pelo órgão de controle revelou a insuficiência no quantitativo de profissionais. Para o funcionamento adequado do SAMU seriam necessárias mais de 12 mil horas por mês de carga horária médica. Em 2014, o corpo técnico da Corte havia verificado um déficit de 2.400 horas por mês.

A fiscalização também havia apontado dificuldades na contratação e permanência de servidores no serviço móvel de urgência, que pedem para sair por causa da intensidade e do ritmo das atividades desempenhadas. De acordo com os gestores, em 2013, só de médicos foram 37 exonerações. Por isso, o TCDF havia questionado a secretaria sobre medidas de incentivo para evitar esse tipo de saída, mas não houve manifestação da pasta.

Redução
Posteriormente, uma inspeção do tribunal constatou que ainda havia carência de profissionais no SAMU e a tentativa de amenizá-la com o pagamento de horas extras, o que gera um gasto mensal de quase R$ 2 milhões por mês. A Secretaria de Saúde informou que publicou editais para contratação de médicos temporários e efetivos. Os auditores do TCDF, então, compararam os quadros de pessoal em dezembro de 2014 e em outubro de 2015.

Apesar de a pasta dizer que adotou procedimentos para aumentar o número de profissionais, a fiscalização da Corte mostrou o contrário: houve uma redução de cerca de 4% no quantitativo de servidores e diminuição no volume de horas extras pago durante os primeiros sete meses de 2015 em relação ao mesmo período de 2014.

Falta de controle
A auditoria também apontou um desconhecimento dos custos das atividades do SAMU, o que impossibilita mensurar a eficiência e a eficácia das despesas no serviço. Segundo o relatório, os meios de controle do uso de ambulâncias e outros veículos do serviço são falhos. Também foram encontrados indícios de utilização indevida do programa de trabalho destinado aos gastos com o SAMU. Algumas irregularidades já foram sanadas, a exemplo da anulação de notas de empenho e da correção de erros na descrição dos valores.

Diante dessas falhas, o plenário do TCDF decidiu, em 12 de maio de 2016, determinar à Secretaria de Saúde que aperfeiçoe os controles de uso de Veículos de Intervenção Médica (VIM) e dos Veículos Operacionais (VOP), em especial quanto ao preenchimento das Fichas Diárias de Tráfego. Os profissionais deverão fazer, por exemplo, a marcação inicial e final do odômetro, anotar o órgão requisitante, as ocorrências e o itinerário percorrido.

A Corte também determinou à Controladoria-Geral do DF que informe as providências adotadas para corrigir as irregularidades apontadas em nota técnica do Controle Interno. O tribunal recomendou ao secretário de Saúde que verifique a possibilidade de inclusão do Samu/DF no Programa Nacional de Gestão de Custos do Ministério da Saúde. (Informações do TCDF)

 

Fonte: http://www.metropoles.com/distrito-federal/saude-df/tcdf-alerta-para-queda-no-numero-de-profissionais-do-samu

Mulher vai receber indenização de vizinho por ventilador barulhento

Publicado em 31 de maio de 2016 16:00

Mulher vai receber indenização de vizinho por ventilador barulhento

Ruídos do aparelho eram acima do permitido pela ABNT

Uma mulher de Joinville (SC) será indenizada por seu vizinho que tinha um ventilador que fazia ruídos acima do nível permitido pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). A decisão da 4ª Câmara Civil do Tribunal de Justiça de Santa Cataria (TJ-SC) determinou que o valor pago pelos danos morais seja de R$ 7 mil.

A reclamante alegou à Justiça que, devido ao incômodo com aparelho barulhento por mais de um ano, ela e seu filho menor foram privados do direito ao descanso, o que acabou gerando transtornos psíquicos. Na ação, ela apresenta atestados médicos e relata que precisou tomar remédios como, por exemplo, Rivotril.

Também foi anexada ao processo a notificação da Fundação Municipal do Meio Ambiente (Fundema), segundo a qual fica comprovado que o som emitido pelo aparelho seria de 55 decibéis, que é o nível máximo permitido das 7h às 19h. Mas das 19h às 7h,o limite é 50 decibéis.

“No caso em debate, a Recorrida teve seu sossego e de sua família abalados, pelo fato de o Apelante, por mais de um ano, utilizar-se de equipamento de ventilação que causava ruídos e vibrações acima do permitido, situação que perdurou por considerável intervalo de tempo”, diz o voto do relator do caso, desembargador Júlio César Ferreira de Melo.

Na decisão de primeiro grau, o juiz havia fixado uma indenização de R$ 10 mil, mas, com base no princípio da razoabilidade, a câmara subtraiu R$ 3 mil do valor inicial.

Número do processo: Processo: 0026092-77.2008.8.24.0038

 

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/vida-publica/justica-e-direito/jurisprudencia/mulher-vai-receber-indenizacao-de-vizinho-por-ventilador-barulhento-bronf0z18cunzsnxmk0dfaee4

Consumidora será indenizada por banco e montadora por danos morais

Publicado em 31 de maio de 2016 15:58

Consumidora será indenizada por banco e montadora por danos morais

Em maio de 2011, a consumidora adquiriu na Renault uma van Master zero km e financiou pelo banco Panamericano, mas havia gravame de alienação fiduciária pendendo sobre o veículo, em nome de outra pessoa

A montadora Renault e o Banco Panamericano deverão pagar, R$ 8 mil por danos morais e R$ 1 mil por danos materiais a uma consumidora em Uberaba, no Triângulo Mineiro, além de lucros cessantes. A decisão é da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que reformou parcialmente a sentença de primeira instância.

Em maio de 2011, a consumidora adquiriu na Renault uma van Master zero km e financiou o veículo pelo banco Panamericano. No entanto, no momento em que tentava regularizar o bem no Departamento Nacional de Trânsito  (Detran), descobriu que havia gravame de alienação fiduciária pendendo sobre o veículo, em nome de outra pessoa.

Devido à situação, a consumidora se viu impedida de transferir o automóvel para o seu nome e impossibilitada de trabalhar, pois o veículo ficou apreendido. Ela já havia quitado algumas parcelas do financiamento e adquirido capas para colocar nos bancos da van.

Na primeira instância, o juiz Fabiano Rubinger de Queiroz, da 2ª Vara Cível de Uberaba, entendeu que, ao haver duplicidade da venda do mesmo veículo, impedindo a transferência do bem para o nome da consumidora, esta sofreu danos morais e materiais.

Ele fixou o valor da indenização por danos morais em R$ 5 mil e em R$ 1 mil por danos materiais, além de lucros cessantes, que deveriam ser apurados no momento da liquidação da sentença. O banco ainda foi condenado a devolver à consumidora as parcelas pagas referentes ao financiamento e a rescindir o contrato celebrado entre as partes.

A cliente entrou com recurso na segunda instância, requerendo o aumento da indenização por danos morais, alegando que o valor determinado não era suficiente para recompor a situação de humilhação e sofrimento vivenciada.

A Renault também recorreu, alegando não ser responsável pelos danos mencionados pela consumidora e pedindo a improcedência dos pedidos. A fabricante também afirmou que sua obrigação restringe-se a fabricar os veículos e entregá-los ao consumidor em perfeitas condições de uso e funcionamento.

O desembargador Veiga de Oliveira, relator do recurso, entendeu que, diante das peculiaridades do caso, o valor da indenização por danos morais deveria ser aumentado para R$ 8 mil. Os desembargadores Mariângela Meyer e Vicente de Oliveira Silva votaram de acordo com o relator.

 

Fonte: http://www.otempo.com.br/cidades/consumidora-ser%C3%A1-indenizada-por-banco-e-montadora-por-danos-morais-1.1311140

Mineradora indenizará trabalhador que desenvolveu mal de Parkinson

Publicado em 31 de maio de 2016 15:57

Mineradora indenizará trabalhador que desenvolveu mal de Parkinson

Uma mineradora terá de pagar indenização de R$ 278 mil e pensão mensal a um operador de rebocador que desenvolveu mal de Parkinson ao inalar monóxido de carbono por manusear solventes e óleo diesel sem a devida proteção durante os mais de 30 anos de trabalho na casa de máquinas da embarcação. A decisão foi tomada pela maioria dos ministros da 8ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho.

O trabalhador aposentou-se por invalidez permanente depois que uma junta médica indicada pela mineradora comprovou que a doença de Parkinson secundária atingiu órgãos vitais, reduzindo sua mobilidade. Na ação judicial, o ex-empregado apresentou laudo de neurologista para demonstrar a relação entre seu problema de saúde e as atividades desenvolvidas na empresa.

Ele pediu o reconhecimento da responsabilidade da mineradora, a indenização e o pagamento de pensão para compensar a diferença entre o piso salarial da categoria e a aposentadoria fornecida pelo INSS. Para a mineradora, o mal de Parkinson é doença degenerativa e não integra o rol de doenças do trabalho.

A empresa também alegou que não há nexo causal entre a doença e o trabalho do autor e que o empregado não estava exposto a gases tóxicos, mas somente a ruídos, mitigados com o uso de protetores auriculares. O pedido do ex-funcionário foi concedido em primeiro grau.

A juíza da 1ª Vara do Trabalho de Guarapari (ES) determinou o pagamento de indenização de R$ 278 mil, além de pensão mensal até o aposentado completar 71 anos. O cálculo teve como base 30 remunerações e sua expectativa de vida.

A sentença destacou provas testemunhais e perícia feita por médico, que atestou a Síndrome de Parkinson Secundária relacionada ao contato com substâncias insalubres, especificamente, monóxido de carbono, solventes, óleo diesel e graxa. Colegas de serviço afirmaram que o operador inalava fumaça e manuseava esses produtos durante o funcionamento e a manutenção do rebocador.

Mesmo com as provas apresentadas, a empresa recorreu, mas o Tribunal Regional do Trabalho da 17ª Região (ES) manteve o entendimento de primeira instância. O TRT-17 considerou a gravidade do dano, a negligência da mineradora sobre questões de saúde e segurança, a invalidez permanente do trabalhador e a capacidade financeira da empresa. A decisão motivou novo recurso da mineradora. O questionamento foi novamente negado.

A relatora do recurso no TST, ministra Dora Maria da Costa, manteve a pensão, mas propôs reduzir o valor da indenização para R$ 30 mil. Segundo ela, o montante seria desproporcional à quantia inicial. “As condições de execução do trabalho na Samarco foram decisivas para o surgimento da doença no operador, que ficou incapacitado totalmente a qualquer serviço, mas o importe de R$ 278 mil é exorbitante, em face das circunstâncias que ensejaram a condenação.”

Porém, o valor de R$ 278 mil foi mantido. O ministro Márcio Eurico Amaro considerou que a decisão do TRT-17 é similar a valores determinados em outras ações pela 8ª Turma. “Demos indenização de R$ 250 mil em caso de doença com essa gravidade.” A ministra Maria Cristina Peduzzi acompanhou a divergência.

“Houve culpa da Samarco, que, ao longo de 30 anos, não adotou medidas eficazes de proteção do trabalhador e neutralização dos agentes nocivos”, concluiu a ministra. Com informações da Assessoria de Imprensa do TST.

RR-99200-96.2012.5.17.0151

 

Fonte: http://www.conjur.com.br/2016-mai-31/mineradora-indenizara-trabalhador-desenvolveu-mal-parkinson

STJ rejeita pedido de indenização contra Elio Gaspari e grupo Folha

Publicado em 31 de maio de 2016 15:56

STJ rejeita pedido de indenização contra Elio Gaspari e grupo Folha

A Quarta Turma do Superior de Justiça (STJ) reformou a decisão da justiça paulista que condenou o jornalista Elio Gaspari e a empresa Folha da Manhã S.A., proprietária da Folha de S. Paulo, a indenizar por dano moral a procuradora da Fazenda Nacional Adriana Zandonade.

De acordo com o STJ, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) havia indicado que o texto intitulado “O médico do DOI deixou uma aula para a procuradora Zandonade” ultrapassou o dever de informar, usando tom cômico e inverdades que ofenderam a imagem da procuradora.
O jornalista e a empresa recorreram da decisão ao defender que a matéria não foi publicada para difamar ou ofender a imagem de Adriana, que se limitou em avaliar, de forma crítica, os fatos de interesse publico, que envolvia sua atuação profissional.
Na avaliação do ministro Luis Felipe Salomão, o texto apresentou crítica sobre a posição da procuradora, ao explicar que não há como comprovar os nomes dos executores da tortura, pois não existia, registros em livros ou em outros assentos do DOI-Codi.
Além de rejeitar o pedido de indenização, a Quarta Turma do STJ condenou a procuradora ao pagamento das custas processuais e honorários advocatícios, fixados em R$ 4 mil.
Fonte: http://portalimprensa.com.br/noticias/brasil/77282/stj+rejeita+pedido+de+indenizacao+contra+elio+gaspari+e+grupo+folha

Dentista é condenada a pagar R$ 25 mil de indenização a paciente por negligência

Publicado em 31 de maio de 2016 15:55

Dentista é condenada a pagar R$ 25 mil de indenização a paciente por negligência

Uma cirurgiã-dentista foi condenada a pagar R$ 25 mil de indenização a uma paciente por danos morais e materiais após uma cirurgia mal sucedida. A decisão é da 10ª Câmara Cível do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), que manteve sentença da 9ª Vara Cível de Belo Horizonte.

Em 2011 a paciente iniciou um tratamento no valor de R$ 14,5 mil. Foi implantada uma prótese total na parte superior da boca, além de enxertos ósseos para restauração. Durante o procedimento a dentista teria pedido apenas uma radiografia da arcada dentária.

A paciente alega que precisou retirar os pontos com outro profissional,pois a dentista que realizara o tratamento viajou na data agendada. A paciente afirma que passou a sentir dores de cabeça e de ouvido, relatou o abaixamento das gengivas e a soltura de pinos dedois dentes em duas ocasiões. A dentista teria cobrado R$ 500 para a recolocação.

Com os resultados insatisfatórios, a paciente acionou a Justiça. Nos autos, a paciente anexou o processo ético contra a profissional, que tramitou no Conselho Regional de Odontologia, e que concluiu que, ao utilizar prótese provisória e mal colocada em implante com mobilidade, ela fugiu às técnicas recomendadas de sua profissão. Além disso, a dentista não disponibilizou, como anexo no processo judicial, o prontuário odontológico da paciente, o que constituiu falta grave. O processo segue no Conselho Federal de Odontologia.

De acordo com os peritos, a exigência de tomografia computadorizada e radiografia, para implantes dentários, é essencial para o diagnóstico e tratamento corretos. Além disso, a não fixação das próteses superiores e as fraturas nas coroas de próteses inferiores indicam que a dentista foi ineficaz no tratamento.

A desembargadora Mariângela Meyer, relatora do recurso, manteve a sentença da juíza Moema Miranda Gonçalves, da 9ª Vara Cível de Belo Horizonte, que condenou a dentista a pagar o equivalente a R$ 10 mil por danos morais, bem como R$ 15 mil por danos materiais. A magistrada sustentou que “tendo sido constatada através das provas periciais que há necessidade de que a autora se submeta a novo tratamento odontológico, é decorrência lógica que o serviço prestado à autora se revelou insatisfatório, devendo assim a requerida ser responsabilizada pelos danos morais e materiais suportados pela autora”.

 

Fonte: http://hojeemdia.com.br/horizontes/dentista-%C3%A9-condenada-a-pagar-r-25-mil-de-indeniza%C3%A7%C3%A3o-a-paciente-por-neglig%C3%AAncia-1.388127

Justiça federal condena responsáveis por naufrágio a pagar indenização às vítimas

Publicado em 31 de maio de 2016 15:45

Justiça federal condena responsáveis por naufrágio a pagar indenização às vítimas

A Justiça Federal condenou a União, a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq), a empresa F. P. Navegação Ltda. e o empresário Ermelson dos Santos Ferreira ao pagamento de 25 salários-mínimos, como indenização por dano moral, a cada vítima sobrevivente ou familiar de vítima falecida no naufrágio da embarcação ‘Almirante Monteiro’, ocorrido em fevereiro de 2008, na margem esquerda do rio Amazonas, próximo à vila do Novo Remanso, que resultou na morte de 16 pessoas. Da sentença judicial, ainda cabe recurso.

A sentença, proferida em ação civil pública movida pelo Ministério Público Federal (MPF/AM) e pelo Ministério Público do Estado (MPE/AM), também determinou o pagamento de R$ 110 mil a título de indenização por danos morais coletivos, a ser destinado ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos.

O MPF e o MPE destacam que os comandantes das duas embarcações avistaram-se em tempo suficiente para que pudessem ter evitado uma colisão, o que demonstra a negligência e o despreparo dos condutores para o transporte aquaviário. A Capitania Fluvial da Amazônia Ocidental, segundo a ação, também cometeu falhas na fiscalização de rotina e na saída das embarcações.

A embarcação ‘Almirante Monteiro’, conforme sustentaram o MPF e o MPE, fazia, sem a segurança devida, o transporte de passageiros e cargas entre os municípios de Alenquer (PA) e Manaus (AM), sendo este um trajeto interestadual que deveria ser executado pela União, diretamente ou por terceiros, por meio de concessão, permissão ou autorização conferidos pela Antaq.

O relatório da Capitania Fluvial indicado na sentença judicial aponta que a embarcação ‘Almirante Moreno’, de propriedade da empresa F. P. Navegação Ltda., contrariou várias normas de segurança, entre elas a ausência de tripulante auxiliar de saúde, o embarque de pessoas sem o devido registro e o transporte de cargas e de passageiros no mesmo compartimento.

O empresário Ermelson dos Santos Ferreira, comandante da balsa ‘Carlos Eduardo’, de acordo com a sentença da Justiça Federal, agiu com negligência e imprudência ao não evitar a colisão das embarcações, embora declarasse ter visualizado a embarcação naufragada a aproximadamente mil metros de distância, nada fazendo para evitar o acidente.

Pagamento

De acordo com o MPF, somente após o trânsito em julgado da sentença, quando estiverem esgotadas todas as possibilidades de recurso na Justiça Federal, é que poderão ser tomadas as medidas para o pagamento das indenizações às vítimas sobreviventes do naufrágio e aos familiares das vítimas fatais.

Na fase de liquidação da sentença, portanto, cada vítima ou familiar deve apresentar formalmente no processo, por meio de advogado particular ou defensor público. A partir daí cada caso será analisado para que a Justiça Federal autorize o pagamento efetivo dos valores determinados na sentença, que ainda pode sofrer modificações durante a fase de recursos.

Acidente

Em 20 de fevereiro de 2008, por volta de 23h, a balsa ‘Carlos Eduardo’ e a embarcação ‘Almirante Moreno’ chocaram-se nas proximidades da foz do Paraná da Eva, na margem esquerda do rio Amazonas, próximo à vila do Novo Remanso, no município de Itacoatiara (a 176 quilômetros de Manaus). O choque causou o naufrágio, 10 minutos depois, da embarcação ‘Almirante Moreno’, que transportava tripulantes de Alenquer (PA), até Manaus.

 

Fonte: http://www.emtempo.com.br/justica-federal-condena-responsaveis-por-naufragio-a-pagar-indenizacao-as-vitimas/

Acidentes de trabalho em Macau causaram 1.672 vítimas no 1.º trimestre

Publicado em 31 de maio de 2016 15:25

Acidentes de trabalho em Macau causaram 1.672 vítimas no 1.º trimestre

Um total de 1.672 pessoas sofreram acidentes de trabalho em Macau no primeiro trimestre do ano, sendo que quatro morreram e 1.653 sofreram uma incapacidade temporária, segundo dados oficiais hoje revelados.

De acordo com Serviços para os Assuntos Laborais (DSAL), entre as vítimas de acidentes registadas entre janeiro e março, 196 puderam voltar ao trabalho no mesmo dia do acidente. Os serviços estão ainda a investigar 15 casos.

As quedas, choques com objetos, entalamentos e esforços excessivos estiveram na origem da maior parte (1.326) dos acidentes. Mãos (532), tronco (285) e pés (269) foram as partes do corpo mais atingidas.

A maioria das vítimas (848) é do sexo feminino e do escalão etário dos 25 aos 44 anos (857).

Um total de 1.977 trabalhava em “serviços coletivos, sociais e pessoais”, enquanto 1.546 pertenciam ao ramo do “alojamento, restaurantes e similares” e 1.491 à construção.

A DSAL divulgou também os dados relativos a todo o ano de 2015, que revelam que cerca de meia centena de pessoas morreram ou ficaram permanentemente incapacitadas para trabalhar.

Um total de 7.517 pessoas sofreu acidentes de trabalho, sendo que 25 morreram e 23 ficaram mesmo permanentemente incapacitadas para trabalhar. Outras 7.442 pessoas sofreram incapacitação temporária de trabalho.

Segundo a DSAL, em 2015, 22,7% dos casos, os acidentes deveram-se a “entalamento num ou entre objetos”, em 20,6% a “queda de pessoas”, e em 18,4% devido a “esforços excessivos ou movimentos falsos”. As partes do corpo mais atingidas foram as mãos (30,6%), os pés (19,7%) e o tronco (17%).

Em 2015, a DSAL aplicou multas a 34 pessoas, no valor total de 196 mil patacas (21.973 euros) por violações às normas de segurança e saúde ocupacional que causaram 36 vítimas. Ao mesmo tempo, 215 pessoas foram obrigadas a pagar 800 mil patacas (89.690 euros) de compensação a 648 trabalhadores.

ISG // VM

Lusa/Fim

 

Fonte: http://24.sapo.pt/article/lusa-sapo-pt_2016_05_31_1313815627_acidentes-de-trabalho-em-macau-causaram-1-672-vitimas-no-1—trimestre

Assédio moral, não! Assuma o controle

Publicado em 31 de maio de 2016 15:24

Assédio moral, não! Assuma o controle

Pressão leva ao adoecimento. Em média, 18 mil bancários são afastados todos os anos de suas atividades; não venda sua saúde, denuncie ao Sindicato!

São Paulo – Humilhações, gritos, ofensas, desmoralização pública, isolamento, exposição de desempenho em rankings, desvio de função. Todas essas situações, quando praticadas por chefes para com seus subordinados, caracterizam assédio moral e ocasionam graves danos à saúde física e mental das vítimas, que podem evoluir para a incapacidade para o trabalho, desemprego ou mesmo a morte. Para combater estas práticas, infelizmente ainda parte da rotina do bancário, o Sindicato lançou a campanha Assuma o Controle.

“Para enfrentar o assédio moral, o bancário deve influenciar seu ambiente de trabalho. Não pode encarar a humilhação e o constrangimento público como algo normal, parte da profissão. Não é normal. É um abuso que pode levar ao adoecimento. O bancário não vende sua saúde para o banco, e sim sua força de trabalho. É essa conscientização que buscamos com a campanha Assuma o Controle. Que o trabalhador denuncie e proponha soluções”, destaca o diretor de Saúde e Condições de Trabalho do Sindicato, Dionísio Reis.

Denuncie – Para fazer a denúncia, o bancário deve procurar o Sindicato por meio dos dirigentes, pelo 3188-5200, ou pelo canal de denúncias Assuma o Controle (clique aqui). O sigilo é garantido.

“Os bancários são nossos olhos e ouvidos nos locais de trabalho. Ninguém melhor do que o trabalhador para identificar e denunciar uma gestão abusiva, que pode levar ao adoecimento. Somente com a participação de todos, seremos capazes de avançar cada vez mais na promoção da saúde na categoria bancária”, conclui Dionísio.

 

Fonte: http://www.spbancarios.com.br/Noticias.aspx?id=14964