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Motorista de Porsche é encontrada em mangue após acidente que matou empresária em SC

  • Foto do escritor: FCR ADVOCACIA - Direito de Trânsito
    FCR ADVOCACIA - Direito de Trânsito
  • 17 de dez.
  • 3 min de leitura

Gisele Piccoli Forneroli, de 57 anos, foi localizada em uma área de mangue, sem lesões aparentes, mas apresentando sinais evidentes de embriaguez


A motorista de um Porsche Macan envolvido em um grave acidente que matou a influenciadora e empresária Aline Dalmolin, de 41 anos, foi encontrada pela Polícia Militar em uma área de mangue após a colisão, em Balneário Camboriú, no Litoral Norte de Santa Catarina. O caso ocorreu na madrugada desta segunda-feira (15).


De acordo com a Polícia Militar, testemunhas relataram que, após o acidente, a condutora do veículo de luxo, Gisele Piccoli Forneroli, de 57 anos, teria seguido em direção ao rio Camboriú. Ela foi localizada em uma área de mangue, sem lesões aparentes, mas apresentando sinais evidentes de embriaguez, como fala desconexa, dificuldade de locomoção, odor etílico e desorientação.


O acidente ocorreu por volta das 3h, na rua Normando Tedesco, na Barra Sul, uma das regiões mais valorizadas do país. O Porsche colidiu contra postes de energia elétrica e uma mureta antes de capotar. O veículo ficou completamente destruído.


A passageira, Aline Dalmolin, ficou presa às ferragens e foi socorrida pelo Corpo de Bombeiros Militar em estado crítico. Ela apresentava ferimentos graves, incluindo traumatismo cranioencefálico e amputação de um dos braços. Durante o atendimento, sofreu paradas cardiorrespiratórias e morreu no Hospital Marieta Konder Bornhausen, em Itajaí.


Motorista de Porsche é encontrada em mangue

Os bombeiros constataram que a motorista apresentava instabilidade emocional. Gisele afirmou ter ingerido bebida alcoólica e aceitou realizar o teste do bafômetro, que apontou 0,97 miligrama de álcool por litro de ar expelido dos pulmões. Também foi confeccionado um auto de constatação de alteração da capacidade psicomotora, que registrou sonolência, desordem nas vestes, hálito alcoólico e vermelhidão nos olhos.


Após atendimento médico, Gisele foi encaminhada à Central de Plantão Policial de Balneário Camboriú, onde foi presa em flagrante. As polícias Civil e Científica foram acionadas para os procedimentos técnicos no local do acidente, e o inquérito policial segue em andamento.


Em audiência de custódia, a Justiça homologou a prisão em flagrante, mas concedeu liberdade provisória mediante pagamento de fiança no valor de R$ 30 mil. O entendimento foi de que não estavam presentes os requisitos legais para a prisão preventiva, já que se trata de crime culposo e a investigada é primária.


Silêncio durante depoimento

Segundo a Polícia Civil, Gisele foi interrogada pelo delegado Alison Rocha e exerceu o direito constitucional de permanecer em silêncio, acompanhada por advogado. Durante o procedimento, ela foi informada oficialmente sobre a morte da passageira, que era sua amiga. Após a lavratura do auto de prisão em flagrante, a motorista foi encaminhada ao Presídio da Canhanduba.

Em nota, o advogado Felipe Dani informou que o Ministério Público manifestou-se favoravelmente à concessão da liberdade provisória mediante fiança, posição acompanhada pela defesa. O juízo acolheu o pedido, condicionando a liberdade ao cumprimento de medidas cautelares. “Todos estão em choque e consternados com essa tragédia”, afirmou o advogado.


Antes do acidente, Aline Dalmolin havia participado do evento Cocriador Milionário, realizado em São Paulo. A iniciativa é idealizada por Elainne Ourives e divulgada como uma experiência de desenvolvimento pessoal voltada à reprogramação do campo mental e energético. Em publicações nas redes sociais, Aline destacou a vivência e afirmou que liderança vai além de números, envolvendo energia e presença.



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